A campainha tocou.
Uma vez.
Depois outra.
E outra.
Insistente.
Ininterrupta.
Clarisse abriu os olhos de repente, respirando com dificuldade.
O quarto permanecia mergulhado na escuridão, iluminado apenas pelo brilho azulado que atravessava as frestas da janela.
Por alguns segundos, permaneceu imóvel.
Tentando compreender onde estava.
Seu coração ainda batia acelerado, como se tivesse despertado no meio de uma queda.
Outro toque.
Dessa vez mais longo.
Confusa, Clarisse virou lentamente o rosto par