A sala de reuniões da Medici Empire Corporation parecia um templo construído para deuses do mercado financeiro e Evan Médici era, sem dúvida, o mais temido entre eles.
Vidro temperado, mármore negro e estruturas de ferro escovado se fundiam em linhas elegantes e austeras. Nada ali era desnecessário. Nada ali era frágil. Tudo ali exalava poder, desde o brilho das luminárias industriais suspensas até o couro escuro das cadeiras de reunião, onde os principais acionistas da holding internacional e