Cristiano Volkov
O escritório estava silencioso demais para alguém que não costumava conviver com o vazio. Cristiano permanecia sentado atrás da mesa, o olhar fixo na tela do notebook sem realmente processar o que estava aberto ali, como se a mente estivesse alguns passos à frente, reorganizando possibilidades que ainda não tinham se materializado. Desde a audiência, desde a visita frustrada à escola, desde cada tentativa de aproximação que não tinha saído como ele previa, algo vinha se acumul