62. O Destino em Minhas Mãos
Brenda Ortiz
Estou tão dispersa que nem percebo que o motorista dá muitas voltas e passa por ruas diferentes das habituais.
— Por que estamos justamente por essas ruas? Já não deveríamos ter chegado? — pergunto, voltando a mim, desconfiada.
— Sim, senhorita. Em um dia normal, já teríamos chegado, mas hoje é véspera de Ano-Novo, e muitas saídas estão fechadas para evitar aglomerações. Por isso, precisei passar por aqui para conseguir chegar ao nosso destino — ele responde, e logo concordo