Emma entrou no quarto devagar, o vestido ainda levemente amarrotado pela pressa da volta. Lyanna estava deitada na cama, os cabelos negros espalhados pelo travesseiro, encarando o teto como se tentasse decifrar os segredos do mundo. Assim que ouviu a porta, ergueu os olhos — e foi impossível não reparar no delicado anel azul no dedo da amiga.
Lyanna se sentou de súbito, os olhos arregalados.
— Emma… e esse anel? — a voz saiu num sussurro tenso.
Emma tentou conter, mas os olhos marejaram e,