231- Não mãos deles.
Irina entrou novamente no carro. Assim que fechou a porta, David a observou pelo retrovisor interno. Havia admiração em seu olhar, mas também pena. Sabia o quanto aquela mulher estava sofrendo e, ainda assim, encontrava forças para permanecer de pé.
O restante do trajeto foi silencioso.
Irina tentava organizar mentalmente o discurso que preparara para a reunião. Repetia algumas frases, descartava outras e recomeçava novamente. Quanto mais ensaiava, menos preparada se sentia.
As mãos estavam úmi