Mundo ficciónIniciar sesiónSabrina Marques
Depois de cuspir no cadáver na frente dele, no chão com a cabeça cravada de balas, ele me percebe ajoelhada na neve congelando enquanto olho pra minhas mãos trêmulas. Chorando, me esgoelando, me culpando pela morte do homem, mas pra ele com certeza eu tenho culpa. eu tenho culpa.
— Ah meu Deus, meu Deus.
Tento correr quando se aproxima com passos cautelosos, mas me







