Mundo de ficçãoIniciar sessãoCATHERINE — QUANDO O ÓDIO ESCOLHE UM ALVO
Ela me lembra tudo o que eu quero e não posso ter, e é por isso que dói; não é uma dor romântica, nem nobre, nem triste — é a dor da afronta, o incômodo que arranha a pele por dentro, como se a realidade estivesse deliberadamente fora do lugar. Quando penso nela, não vejo apenas uma mulher; vejo um erro ocupando um espaço que, na minha lógica, deveria estar vazio, e essa inversão me perturba mais do que qualquer ofensa direta,






