— Caleb... — choraminguei, implorando para me dar logo o que meu corpo ansiava.
— Sim, meu amor? — o filho da puta ainda era cínico.
— Me dá logo o que... — ele mordeu de leve o bico enrijecido, me fazendo puxar seus cabelos e gritar de prazer. — Pa-para com... — Tentei respirar fundo, sem muito sucesso. — co-com isso... — com muito sacrifício consegui terminar a frase.
— Eu amo... — ele passou a barba entre as minhas coxas. Me fazendo morder o dorso da mão e inclinar meu quadril em direção a