A luz do sol já invadia o quarto quando acordei, seus raios dançando preguiçosamente sobre as cobertas. Virei-me na cama, buscando por Murilo, mas o espaço ao meu lado estava vazio. Sentindo uma mistura de surpresa e curiosidade, sentei na cama, esfregando os olhos ainda pesados de sono.
— Murilo! — Chamei, um sorriso brotando em meus lábios, esperando ouvir sua resposta ou ver seu rosto aparecer na porta. Mas o silêncio persistiu. Uma ponta de decepção me tocou, mas logo foi substituída por um