Eu paralisei no lugar assustado com suas palavras enquanto ela andava de um lado para o outro em frente a cama, como se andar para lá e para cá fosse lhe dar coragem de pedir o que queria. — Eu... fiquei pensando ontem, depois de tudo. — Gabriela respirou fundo e andou em minha direção. — Vocês fazem uma bagunça, muito sangue, mutilação e partes pra todo lado. — Suas mãos abanavam nervosas no ar enquanto ela falava.
A última coisa que imaginei que ela iria pedir foi isso.
— É, tortura não é u