Felipo fechou a porta com força e se virou para mim, o rosto vermelho de raiva, as veias do pescoço saltadas e os olhos arregalados pela mistura de uísque e cocaína.
— Você ficou louca, Giulia?! — ele gritou, caminhando de forma agressiva na minha direção. — Você me fez passar a maior vergonha da minha vida na frente dos meus amigos! Quem você pensa que é para gritar assim comigo e me ameaçar de chamar a polícia?
— Quem eu penso que sou? Eu sou a dona desta casa, Felipo! — gritei de volta,