— Tia.
A sala ficou mergulhada em um silêncio sufocante.
Maia apertou os dentes, encarando o rosto de Fábio, que exibia um sorriso zombeteiro e cruel.
Ela sabia que ele ainda a chamava de “tia” não por respeito ou consideração, mas para preservar a própria imagem, para não parecer tão brutal e desalmado diante dos outros.
— O avô sabe o que Gabriel fez. Ele está tão furioso que não come nem bebe há dois dias, deitado em sua cama. Você pode imaginar o quanto ele está decepcionado. — O olh