O álcool era mesmo uma coisa traiçoeira. Mas seria ele o responsável por esse turbilhão de emoções, ou era apenas um pretexto para Pietro liberar os desejos que ele mantinha enterrados no fundo do coração? Talvez só ele soubesse a resposta.
— Pelo jeito da sua expressão, você se lembrou, não foi? — Pietro murmurou, ainda ofegante, com um sorriso provocador curvando os lábios. — Da última vez, foi você que me agarrou e não soltou. Agora, é minha vez de tomar a iniciativa. Estamos quites.
Quites?