— Ele já assumiu tudo. Disse que ninguém o mandou, que foi tudo ideia dele. — O rosto de Dalila, de repente, se distorceu num sorriso malicioso e cruel. — E mesmo que tivesse sido eu, você tem provas? Mostre-me as provas, então!
Com um estrondo, Benjamin socou a parede ao lado da cabeça de Dalila, fazendo-a prender a respiração de susto.
— Escuta bem o que eu vou te dizer. Ninguém tem sorte para sempre, e ninguém pode usar os outros como degraus para subir sem consequências. — Benjamin ofegava,