Uma hora antes.
Dalila havia chamado Barreto, o homem de confiança de Osvaldo, para um canto discreto, onde os dois começaram a conspirar.
— Tio Barreto, você é um homem de confiança da nossa família há muitos anos. Eu ainda era criança quando você já trabalhava para o meu avô. Sei que sempre foi fiel à nossa causa. — Disse Dalila, com lágrimas nos olhos, assumindo um ar vulnerável.
— É verdade, eu vi você crescer. A família Júnior sempre foi generosa comigo. Farei o que for preciso! — Barreto r