Acordei lentamente, sentindo a luz suave do sol me aquecer. O cheiro da madeira da cabana e a lembrança da noite intensa que passei com Micael me fizeram sorrir. Ao meu lado, ele ainda dormia, com aquele sorriso despreocupado nos lábios. Meu coração se acelerou só de olhar para ele.
— Bom dia, dorminhoco — murmurei, sabendo que minha voz suave poderia acordá-lo. Micael abriu os olhos devagar, e quando nosso olhar se encontrou, a química entre nós parecia brilhar.
— Bom dia, bela — ele respondeu