Lucca
— Nós temos que tentar, Rafa. Nunca se sabe quando um milagre vai acontecer — ralho.
— Quer ir até lá? — sugere.
— Não acho que tenha alguém por lá — retruco desacreditado. — Melhor irmos, já está escurecendo.
Ele assente.
Entretanto, após três passos em direção ao nosso ponto de encontro, ouço uma batida forte em um metal. O Rafa e eu nos entreolhamos.
— Isso foi na asa do avião, não foi? — questiona esperançoso. Sinto a habitual adrenalina percorrer o meu corpo e corremos em direção da