Alice
— Ai! Ai! — resmungo quando tento me mexer em cima da cama e quando abro os olhos, percebo que não estou no meu quarto. — Mas o que… — Fito um intravenoso na minha mão direita e fico apavorada quando percebo o gesso de canto a canto da minha perna. — Ai, droga! — resmungo outra vez quando o meu corpo reclama um movimento brusco.
— Filha?
— Mamãe? — Só então percebo Isabelly sentada do lado da cama estreita. E o meu pai em pé próximo de uma janela.
— Que bom que você acordou, querida! — El