Ao ver Marina tão aflita a ponto de chorar, Vitor sentiu o coração doer. Ergueu a mão, enxugou as lágrimas dela e falou com dificuldade:
— Bobinha, eu estou bem.
Enquanto dizia isso, seu rosto ficava cada vez mais pálido.
Marina nunca o tinha visto daquele jeito. Seu coração entrou em pânico na mesma hora.
Ao vê-lo tão gravemente ferido, a dor que sentiu três anos antes, quando achou que ele já não estava mais vivo, voltou de uma vez, ainda mais forte.
As lágrimas caíam sem parar, como contas de