O dia mal havia amanhecido, e Vitor já estava de pé. A noite anterior fora um turbilhão de pensamentos, graças à confusão que Lília causara, e o sono lhe escapara por completo.
Com passos lentos, ele se dirigiu à cozinha, onde o aroma do café fresco já preenchia o ar. Alexander, seu pai, estava sentado à mesa, aguardando-o com uma expressão de curiosidade e preocupação.
Vitor se sentou, e uma das empregadas prontamente o serviu com uma xícara fumegante de café e um prato. Ele agradeceu com um