Na manhã seguinte, no Grupo Silva.
Ademir, como de costume, chegou cedo na empresa.
Como diretor do departamento de segurança, seu trabalho diário era bastante tranquilo.
Chegava de manhã para registrar a presença, fazia uma ronda com a equipe e depois tinha tempo livre.
Podia fazer o que quisesse, já que ninguém o supervisionava.
Assim que ele se sentou em seu escritório, ouviu uma batida na porta.
Ele disse para o visitante entrar. Era ninguém menos que era Ronaldo, o vice-presidente da empres