O garfo foi lançado como uma flecha desenfreada, perfurando diretamente o braço de Severino.
- Ai!
Ele gritou em agonia, suando frio.
- Lembre-se, da próxima vez não será apenas uma mão. - Ademir advertiu.
- Você é corajoso!
Severino, com o braço sangrando, fugiu apressadamente.
O ser glorioso que ele demonstrava ser, virou um covarde fugindo da briga. - Ademir, o que era aquilo que você tirou? Por que aquele homem se ajoelhou de medo assim que o viu? - Beatriz não pôde conter sua curiosidade.