Diya lutava com todas as forças, suas pernas chutando descontroladamente enquanto era mantida nos braços do homem. Mas a resistência dela parecia inútil. Quanto mais se debatia, mais forte ele a segurava. De repente, uma dor aguda em sua orelha a fez paralisar.
Uma voz quente e rouca sussurrou bem perto:
— Diya, se você continuar se mexendo, não me culpe pelo que pode acontecer...
O corpo dela estremeceu. Mesmo com toda a maquiagem pesada que Vanessa havia feito, ele ainda a reconhecera. Quem qu