Karina não estava familiarizada com o hospital, então foi a enfermeira quem a acompanhou até o quarto de Ademir.
Assim que entrou, ouviu a voz de um dos seguranças.
— Estou falando com você! Me entregue o celular!
Ademir estava relaxado, encostado na cadeira, com o braço apoiado sobre a mesa, e seus dedos longos batiam ritmicamente sobre a superfície.
Não dizia uma palavra, e não reagia de forma alguma.
O segurança arregalou os olhos:
— Estou falando com você! Não ouviu?
Ademir o olhou, mas cont