— Não vai, né? — Karina balançou a cabeça, exausta, e pegou o garfo. — Então não fique me incomodando. Comparada a você, uma refeição sem gosto não é nada.
E assim, Karina começou a comer.
Vendo que Karina comia com apetite, Ademir não ousou interromper. Apenas, silenciosamente, começou a servir mais comida no prato dela, como sempre fazia.
Durante a refeição, não trocaram palavras. Karina logo terminou de comer.
Ademir, ocupado em cuidar dela, quase não comeu nada.
Karina limpou a boca com um g