Ao ouvir essas palavras, Ademir não sabia se estava mais feliz ou mais surpreso.
Instintivamente, perguntou:
— É mesmo?
Karina, por outro lado, se relaxou, dando um sorriso tranquilo:
— Sim, é verdade. O que teria para enganar? Você é meu marido, eu gosto de você. Isso é errado ou impossível?
A lógica estava certa, mas ainda assim, Ademir sentia uma sensação de irrealidade.
Pensando um pouco, perguntou:
— E quanto ao Túlio?
Ele se lembrava daquela noite em que estava bêbado, há p