Mas não era tão simples assim.
As cordas estavam muito apertadas. Se ela quisesse proteger Ademir, não teria como evitar se machucar. Karina cerrou os dentes e decidiu suportar.
Eram apenas alguns cortes, não era nada de mais, certo?
A dor das cordas cortando sua pele veio acompanhada de um leve cheiro de sangue.
De repente, as cordas se romperam.
Karina rapidamente jogou a lâmina de lado e, com dificuldade, segurou Ademir, que desabou em seus braços ao perder o suporte.
O corpo dele