O aeroporto fervilhava. Uma multidão de pessoas arrastava malas pelas calçadas rolantes, vozes em diferentes idiomas se misturavam aos anúncios no alto-falante, e o cheiro de café fresco escapava das cafeterias espalhadas pelo saguão. Segurava firme a mão do meu filho, mas sentia que o coração estava batendo mais rápido do que meus passos.
Havia algo em estar de volta a esta cidade que mexia comigo. Era como se cada canto tivesse um fantasma escondido, cada reflexo nas vitrines me lembrasse da