Antônio segurou a mão de Francisca:
— Não, eu quero passar o dia com você.
— Então, passe sozinho. — Disse Francisca, tentando se afastar.
Antônio a puxou com firmeza para perto de si:
— De jeito nenhum.
— Vamos jantar, eu pago. — Ele insistiu.
Francisca não queria ir, mas Antônio não soltava sua mão. Os dois ficaram parados no frio.
Surpresa com a teimosia dele, Francisca cedeu:
— Está bem, vamos.
Ela não conhecia bem os restaurantes da área e não sabia qual escolher. Vendo que já era tarde, de