A porta do escritório foi escancarada com um chute. Sílvio entrou apressado e viu o cinzeiro cair das mãos de Lúcia, batendo no chão com um som seco.
Giovana estava com o rosto completamente coberto de sangue. Ela tapava os lábios com as mãos, chorando de maneira desesperada.
— O que foi que eu fiz de errado para você me tratar assim? — Giovana soluçou, com a voz embargada. — Me mata de uma vez, me mata! Eu sou a verdadeira Lúcia, eu juro!
Lúcia estava paralisada, tentando compreender o que esta