As lágrimas corriam incessantemente pelo rosto dela, e Lúcia balançava a cabeça sem parar. Ela não queria tomar o remédio, não queria morrer. Ainda queria viver um pouco mais, queria passar o Natal com seus pais.
Mas Sílvio não tinha a menor ideia de toda a dor que ela sentia.
— Calma, fica quietinha e toma o remédio, e eu prometo que vou cuidar dos seus pais. A dívida entre mim e seu pai vai ser perdoada. — O rosto de Sílvio encostou-se ao de Lúcia, tentando acalmá-la com um tom suave.
Ele não