Liliane ligou várias vezes e Carlos não atendia.
Ela estava tão preocupada que não conseguia ficar quieta, então saiu da empresa e ficou do lado de fora, esperando ansiosamente.
No inverno escurecia rapidamente e o vento gelado cortava. Mesmo vestindo roupas grossas, não era suficiente para combater o frio.
As mãos de Liliane pegando o celular estavam geladas, envoltas pelo vento.
Ela discou novamente para Carlos e, dessa vez, após um momento, ele atendeu.
- Carlos...
- O dono do celular