Adriana
Os dias iam passando enquanto eu estava presa em um quarto qualquer de uma casa estranha. As paredes pareciam me sufocar, o ar era pesado, e o silêncio cortante. O lugar onde eu estava era, no mínimo, estranho; tentava gritar e sair dali, mas não conseguia. O medo apertava meu peito, e as horas se arrastavam como séculos.
Quando Valentina entrou no carro de Joon-Ho, naquele dia em que tentamos fugir do hospital, e a porta para mim não se abriu, algo estava errado. Logo, uma mão segu