Ana deixava o hospital após um dia cansativo, a mistura de cirurgias e emoções ainda a acompanhando.
O motorista a esperava, mas, ao se aproximar do carro, ela se lembrou de que havia esquecido o celular no consultório.
Um bufar de frustração escapou de seus lábios. “Não pode ser, Ana. De novo?” – pensou, voltando apressada.
Subindo os degraus, a pressa a guiava. Ao chegar no consultório, seu celular não estava ali.
“Ah, claro, na sala de arquivos,” – ela murmurou, se dirigindo a sala de arq