Ele tomou uma respiração profunda em meu pescoço, como se buscasse nele algo que era só meu ou tentasse roubar para si o meu perfume, a mistura doce e floral que eu adorava.
- Repete - mandou.
Eu o fiz, porque não tinha nenhum problema em fazer isso.
- Me faz gozar - sussurrei. - Por favor, Bruno.
Ele rosnou um palavrão. E como um animal provocado além do limite, agarrou meus cabelos com a mão livre e forçou meu pescoço em sua direção, até ser a sua boca beijando a minha de novo. Com uma fome q