Melissa sentiu o corpo reagir antes da mente. Quando ele puxou seu braço, o susto a fez vacilar — mas ela não resistiu. Não por medo. Não por fragilidade. Mas porque, naquele instante, havia algo tão intenso, tão ferido nos olhos dele que a impediu de dar um passo atrás.
— David… espere. Onde estamos indo? — ela insistiu, ainda tentando controlar a respiração acelerada.
— Só vem comigo. — A voz dele estava baixa, tensa, embargada.
E, por algum motivo que ela não conseguia explicar nem para si m