O toque do telefone despertou Melissa. Não sabia quanto tempo havia dormido. Só se lembrava de ter jogado o celular para o lado da cama e abraçado o travesseiro em prantos. Chorou até adormecer.
— Alô — disse, pegando o celular e atendendo sem olhar.
— Melissa — o som do seu nome, pronunciado por uma voz muito conhecida do outro lado da linha, a estremeceu. — Mel, você está me ouvindo?
Melissa desligou o aparelho sem pensar. Mas o número continuou a insistir. Por fim, atendeu.
— O que você quer