Quando Juliana ouviu a notícia, já estava saindo da emergência, acompanhada de Maia.
A mulher estava pálida, com o rosto coberto de suor, e o corpo todo apoiado nela.
Minutos antes, ainda discutiam com energia, mas agora uma crise de gastrite a havia derrubado.
— Maia, amanhã peça um dia de folga e fique em casa descansando.
Maia soltou um gemido fraco de concordância e a seguiu até a sala de infusão.
— George mereceu! Ainda não morreu… Esse desgraçado tem mais vidas que um gato!
Maia resmunga