Os dias foram passando, e eu me sentia mais viva do que nunca. Cada manhã, acordava na casa da minha mãe e encontrava meus filhos ao meu lado, algo que nunca pensei que voltaria a ter. Cada pequeno momento era um presente.
Adorava acordar cedo e preparar o café da manhã enquanto Heitor tentava espremer a laranja sozinho, fazendo bagunça no balcão, e Manuela bebia seu leite devagar, distraída com algum desenho na TV. Pequenos momentos caóticos que, de alguma forma, faziam meu coração transbordar