O Véu, agora mais brilhante e vasto do que nunca, expandia-se para dimensões inimagináveis. Ele pulsava como um coração cósmico, marcando o ritmo de todas as coisas. Ísis e Celina, embora parte integral dessa criação viva, ainda mantinham um fragmento de sua essência individual, permitindo que contemplassem o que ajudaram a construir.
Na vastidão do cosmos, novas vozes começavam a surgir. Eram os ecos de consciências que despertavam para o entendimento do Véu, pessoas e seres de mundos antes de