O Véu pulsava ao redor de Ísis e Celina, como um coração que acabara de se renovar. As energias que haviam moldado não apenas a torre, mas também o equilíbrio entre luz e sombra, ainda dançavam no ar, vibrando como uma melodia que apenas as guardiãs podiam ouvir. Cada partícula ao redor delas parecia estar viva, conectada ao fluxo universal.
Enquanto contemplavam o infinito, uma nova presença começou a se formar. Era sutil no início, uma vibração nas camadas do Véu, mas logo tomou a forma de um