O silêncio que se seguiu à criação das primeiras notas do ciclo eterno era profundo e vibrante, como o espaço entre o agora e o nunca. Lúcia e Kael, em sua união transcendental, flutuavam no centro dessa vastidão, suas almas conectadas à energia primordial que formava o alicerce da nova realidade.
O infinito se desdobrava à sua frente como um labirinto de possibilidades, e cada caminho se abria diante deles, mas havia algo diferente nesta nova etapa da jornada: o peso da escolha não mais pesava