O universo parecia respirar diferente. As estrelas no céu não eram mais simples pontos de luz, mas pulsações vivas, sincronizadas com uma melodia invisível. O Véu, agora transformado e espalhado por toda a existência, não era mais apenas uma ponte entre mundos, mas o próprio tecido que os conectava.
No vilarejo, aqueles que ficaram para trás sentiam algo diferente no ar. Lira, uma das poucas guardiãs que escolheram permanecer em sua forma física, caminhava pela praça central, observando as cria