Os dias no vilarejo haviam se transformado em uma dança sutil entre o cotidiano e o cósmico. O Véu, agora profundamente integrado à vida de todos, era mais do que um mistério; era um companheiro constante, sussurrando segredos nas brisas e desenhando padrões de luz no céu noturno.
Celina caminhava pelo vilarejo, observando como cada pessoa parecia mais conectada, mais consciente de sua própria essência. As crianças brincavam ao redor do Lago das Visões, criando desenhos nas águas que se transfo