Igor retirou a camisa azulada a jogando no chão, e antes mesmo que conseguisse dizer algo ele me abraçava dentro da banheira, a Água escorria pelo piso branco, e ainda trêmula o olhei fixamente. Os seus pés e pernas rodeavam o meu corpo, enquanto me escondia de algum gesto de pena que viesse dele.
Me afastei ficando a sua frente, não nos tocamos depois disso, não nos beijamos.
Apenas permanecemos ali, na mesma banheira com a Água quente se tornando morna gradualmente enquanto a chuva deixava