A floresta parecia suspender o fôlego, em uma espera quase reverente conforme Yara e Tupã caminhavam sob o céu sem estrelas, indo ao encontro do destino que haviam escolhido. A manhã estava envolta em um silêncio denso, onde até mesmo os sons da natureza pareciam calar-se, como se todas as criaturas estivessem observando o que estava por vir. O ar era fresco, mas carregava uma energia pulsante, algo que vibrava nas folhas, nas pedras e nas raízes sob os pés descalços dos dois amantes.
No centro