– Vem Akira, vamos deixar ele aí, e vamos comer! – Chamei o filhote, que correu tentando se enroscar em minhas pernas como se tentasse brincar de pega-pega, corri um pouco envolta do balcão da cozinha, enquanto o encorajava a correr, ele era tão pequeno e fofo que precisava tomar o máximo de cuidado para não tropeçar no pequeno.
Não parecia, não parecia mesmo que havia sofrido tanto na noite passada e agora estava sorrindo, meu coração vibrava de alegria, estava tão feliz e satisfeita, eu sabia