O celular tocou, e ela pegou para ver. Eram chamadas de Marina. Sem nem precisar pensar, ela já sabia do que se tratava. Marina, com certeza, queria persuadi-la, mas essas coisas são como beber água: só quem a bebe sabe se está fria ou quente.
Nenhum conselho seria útil.
Ela continuou seguindo pela rua, e quando Amanda percebeu, já tinha chegado ao caminho da felicidade onde ela e Theo haviam andado juntos na última vez.
Havia uma placa à frente, dizendo: “Sem saída, favor desviar.”
Amanda deu u