- Vagabunda, desprezível! - Carolina continuava a bater em Isabel.
Isabel, com um movimento rápido, segurou o braço de Carolina e a empurrou para trás.
Com a testa franzida e uma expressão severa no rosto bonito, Isabel gritou:
- Você não vai parar?
O quarto ficou em silêncio imediatamente.
Carolina caiu no chão, o rosto vermelho de raiva e vergonha, com a camisa desabotoada, faltando dois botões.
Ela levantou a cabeça, lágrimas escorrendo ao olhar para Isabel:
- Isabel, você me bateu?
- E daí?